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O rei

02/06/2009

Preciso assumir que sim, eu gosto de Roberto Carlos, o rei. E nem é da fase mais conceitual, Jovem Guarda, é do período chamado carinhosamente de “romântico”, mas que para a maioria é brega mesmo. Domingo é claro que eu assisti ao especial da Globo com um monte de cantoras interpretando as músicas dele. E eu conhecia quase todas, só nunca tinha ouvido uma que a Hebe cantou. Só para registrar (mesmo que eu me arrependa de ter revelado isso), também sou fã da Hebe e tenho um CD dela em casa, e foi comprado, não ganhei.

É em momentos como esse, Hebe na Globo, que dá para perceber o poder que alguns artistas têm. Eu poderia citar Madonna, Michael Jackson, Roberto Carlos e Chico Buarque para exemplificar bem como o alcance deles é universal. Acredito que o SBT possa até ter feito algum c* doce para liberar a Hebe, mas Roberto Carlos é mais forte do que qualquer concorrência e Hebe foi, e arrasou (ainda estou bege com os brincos e o colar que ela usou).

Além dela, um povo mais feliz, colorido, como Ana Carolina, Marina Lima e Mart’nália – só para ficar nas publicamente diferentes – também foi, e o rei adorou. Adorou porque ele sabe que suas músicas falam de amor de todas as maneiras, orientações, falam de como é gostoso ter alguém – e brigar com esse alguém e tudo o mais que o amor traz. Roberto é rei, pode não ser muito aceito por quem não gosta de músicas, digamos, fáceis, mas ele tem magnetismo, poder de persuasão.

Só não gostei de algumas coisas, como a Sandy como um todo, o exagero dramático de Marília Pêra (que quase ficou sem pescoço) e o jeito da Alcione, que parecia levemente animada pelo álcool e emendava uma palavra na outra. Quando eu estou aqui...


Escrito por Hélio Filho às 12h05 Comentários Envie


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